domingo, 12 de julho de 2015

O LEVANTE FASCISTA ESTÁ EM MARCHA


 

                 O CONGRESSO, O IMPEACHMENT E O GOLPISMO

O Congresso Nacional, onde pululam negocistas, chantagistas e defensores da política do quanto pior melhor, que mentirosamente dizem defender os interesses do povo brasileiro, conspira abertamente contra a democracia. Não sou PT, não me considero ignorante político, néscio e tampouco ingênuo; sou comunista, defendo a socialização dos meios de produção, a destruição do capitalismo. Dito isto, vamos aos atos e fatos.

Sempre apoiei, criticamente, aos governos que foram encabeçados por petistas, o do presidente Lula e agora Dilma. Também, sempre afirmei que o PT, no governo, não é hegemônico, muito pelo contrário; é refém da câmara e do senado, onde seus presidentes estão arrolados nas corrupções identificadas pela Operação Lava Jato, portanto Eduardo Cunha e Renan Calheiros não tem escopo moral  e ético para posarem de bons moços.

Também os tucanos e a turma do demo e outras agremiações menores, que insistem na tese do impeachment, também tem seus rabos sujos. Ronaldo Caiado é o capitão do mato de Goiás, usa trabalho escravo, segundo denuncias em suas fazendas. Aloysio Nunes foi o algoz, uma infiltração da repressão, que traiu e causou a morte do camarada  Marighela e os outros parlamentares apoiaram a ditadura militar.

Estão aprovando projetos que sabem que o governo não tem condições econômico-financeiras de cumprir, simplesmente com o propósito de desestabilizar Dilma; estão prejudicando não Dilma, não o PT, SIM O BRASIL, A NAÇÃO.

É um congresso que, infelizmente, está dominado por calhordas fascistóides!

São parlamentares que apostam “ no quanto pior melhor”, não querem o bem do povo brasileiro, sim a cizânia.

O SONHO E A REALIDADE


 

                                          ”NADANDO EM DINHEIRO”



A TV Cultura exibiu hoje, 17/07/15 – uma grande comédia de crítica social, dos nossos costumes, produzida em 1952, portanto há 63 anos, produzida por Amâncio Mazzaropi: Nadando em Dinheiro. Essa comédia cai como uma luva nos usos e costumes atuais, enfim na realidade brasileira de 2015.

A Dilma e o PT estão recebendo o  troco -  “ os pêsames” - , de uma burguesia, uma elite hipócrita, ingrata, de empresários e parlamentares  corruptos, de falso moralismo que se locupletaram  e enricaram com as benesses e dinheiro público. Agora culpam “ o governo” ,  do qual participam e “os presidentes”,que muitos ajudaram a eleger, pelas mazelas, erros e desmandos que ajudaram  produzir.

Lembro que os banqueiros, o agronegócio nacional e multinacional e muitos empresários nunca ganharam tanto como nos “ governos” de Lula e Dilma. Mas não estão contentes, querem mais, por isso conspiram abertamente com a ajuda da mídia mafiosa comprada.

A comédia, o filme Nadando em dinheiro, mostra a trama de uma sociedade hipócrita, de falsa moral, de aproveitadores e oportunistas, tanto do lado proletário, como das elites. O personagem Izidoro quando motorista era azucrinado, vaiado pelos vizinhos proletários, quando ficou milionário foi aplaudido e carregado pelos que antes o destratavam.

Já do lado das elites o bajulavam pela frente mas, na sua ausência o tratavam  com chacota, com desdém. Conspiram e riem dos que os ajudam e dos quais roubam.

A parte do filme que mostra o novo rico,  milionário Izidoro dando as costas, deixando banquete com os ricaços convidados e indo confraternizar com sua gente simples como ele é genial. Mostra também, escancara o falso moralismo, denunciando que para as elites é etiqueta ter amantes, tanto para os maridos como para as esposas.

Ainda bem que foi só um sonho, o pobre caminhoneiro  Izidoro acordou do sono e caiu na realidade.

Acorda Dilma, acorda Lula, acorda PT. Está na hora de vocês voltarem  à realidade antes que seja tarde!

quinta-feira, 9 de julho de 2015

MERCENÁRIO PROTEGIDO PELOS EUA

                                                             

                                     MERCENARIOS DEL IMPERIO

                                                                                                      GONZALO SANCHEZ DE LOZADA

EX PRESIDENTE BOLIVIANO, RESPONSABLE DE LA MASACRE DE LA GUERRA DEL GAS QUE DEJO MAS DE 60 MUERTOS Y CASI MEDIO MILLAR DE HERIDOS. VIVE EN EEUU CON COMPLICIDAD DEL DEPARTAMENTO DE ESTADO.
Fonte: contrainjerencia

quarta-feira, 8 de julho de 2015

EUA: COVIL DE TERRORISTAS

                                          MERCENÁRIOS DEL IMPERIO
                                            
                                             BRANKO MARINKOVIC

LIDER OPOSITOR PRO NAZI BOLIVIANO DE SANTA CRUZ, PRINCIPAL FINANCISTA Y COMPLICE DE LA BANDA TERRORISTA DESARTICULADA EN 2009. MARINKOVIC ENTREGO 200 MIL DOLARES A LOS TERRORISTAS PARA LA COMPRA DE ARMAS. SALIO DEL PAIS EN UN VUELO DESTINO MIAMI.
Fonte:contrainjerencia

AÉCIO E SERRA: DOIS GRANDES ENTREGUISTAS

Os senadores tucanos Aécio Neves, candidato derrotado inconformado e José Serra que, por ter sido presidente da UNE quando aconteceu o golpe de 31 de março, quer passar uma imagem de ,progressista quando na realidade atual é um reacionário, entreguista e golpista. Ambos, Aécio e Serra comportam-se como Carlos Lacerda nos idos de 50 e 60, quando o "Corvo", como era conhecido Lacerda torpedeava o governo de Getúlio Vargas e depois Jango recebendo orientação da embaixada dos EUA. Os EUA tem interesse nas quedas dos governos latino-americanos que não seguem  sua orientação tais como Brasil, Bolívia, Venezuela, Equador e Argentina. Estão investindo pesado no Brasil através de alguns congressistas safados, canalhas, chantagistas e negocistas na solerte tentativa de desestabilizar o governo Dilma. A presidente deu resposta em entrevista à Folha de São Paulo dizendo não temer os golpistas, que não renuncia e continuará na presidência. Pau nessa canalha presidenta!

terça-feira, 7 de julho de 2015

CHINA CAPITALISTA? UMA COLOSSAL BESTEIRA!

Entrevista a Domenico Losurdo

A luta de classes explica o mundo

Claudio Bernabucci

06.Jul.15 :: Outros autores

Muitos historiadores afirmam hoje que a resistência da União Soviética contra a Alemanha nazi na Europa e a resistência chinesa na Ásia contra o imperialismo japonês foram as maiores guerras coloniais da história. Como tais, elas foram os maiores exemplos de luta de classes no século XX, uma batalha que sempre assume características novas e peculiares. A história do século passado é a confirmação da leitura marxista da história como luta de classes.


CartaCapital: Vivemos em uma época em que o neoliberalismo é hegemónico e age sem fronteiras. A política, ao contrário, continua presa às estreitas visões nacionais. A escassez de concepções globais da história que aflige o pensamento contemporâneo depende desse limite?
Domenico Losurdo: Temos de considerar que, no fim do século passado, com a derrota das experiências socialistas na União Soviética e na Europa Oriental, assistimos a uma colossal mudança histórica. Ao mesmo tempo, a afirmação dos países emergentes e em particular da China como potência mundial representa um choque que é normal não ser imediatamente sistematizado no pensamento. Meu trabalho consiste na tentativa de superar esses limites.
CC: Como o senhor definiria, de um ponto de vista histórico-político, a actual situação internacional?
DL: Nos principais países de capitalismo avançado ocorre um enorme processo de redistribuição de renda a favor das classes privilegiadas. Ao mesmo tempo, de um ponto de vista global, podemos observar uma redistribuição a favor das nações emergentes, aquelas que completam a revolução anticolonialista. Nesse duplo processo, quem coerentemente apoia um projecto de emancipação da humanidade deveria agir para contrastar, em nível nacional, a concentração de riqueza em mãos privilegiadas e, em nível global, favorecer a redistribuição a favor dos países menos favorecidos.
CC: O senhor lê tais processos como umas das várias configurações da luta de classes. É correto?
DL: Exactamente. Para entender minha leitura, temos de lembrar que Marx fala de lutas de classe, sempre no plural. A forma de luta de classes na qual se prestou mais atenção é aquela entre burguesia e proletariado, mas é preciso evidenciar que, sobretudo Engels, mas também Marx, indicou na opressão da mulher a primeira forma de luta de classes. Uma terceira forma é a continuidade da batalha anticolonialista. Na segunda metade do século passado, ela tomou a forma de disputa pela libertação nacional e agora persiste como um embate económico entre países que querem realizar plenamente sua própria autonomia.
O professor emérito de Urbino vem a São Paulo para o lançamento de seu mais recente livro sobre o tema.
CC: A luta de classes, sobretudo após a derrota do socialismo real, foi recusada como possível interpretação da história contemporânea. Qual é sua resposta a esse tipo de argumentação?
DL: Nesse aspecto, eu polemizo abertamente com Niall Ferguson, considerado hoje o historiador de referência do Ocidente liberal. Ele afirma que no século XX a luta racial teve importância central, enquanto a luta de classes não teve relevância alguma. Vejamos os acontecimentos principais do século passado na Europa e na Ásia. Como demonstram os seus chamados discursos secretos, Heinrich Himmler, um dos principais chefes do nazismo, manifestou com total clareza a vontade do Terceiro Reich de realizar um novo regime escravista. A derrota da União Soviética era a premissa para recrutar escravos, no sentido literal do termo, que, afirmou Himmler, poderiam “encontrar ali e dos quais precisamos para trabalhar e servir a nossa raça”. É correto então afirmar que a luta contra a tentativa de escravizar as chamadas raças inferiores foi uma luta de classes. Um processo análogo aconteceu na Ásia, com a tentativa do império japonês de submeter e escravizar os chineses, imitando assim os alemães no escravismo, maneira mais brutal de colonialismo. Mao Tsé-Tung, em torno de 1938, com muita lucidez, afirmou que naquelas condições a luta de classes coincidia com a luta nacional. Tal coincidência se verificou obviamente também na Europa contra Hitler. Muitos historiadores, não só eu, afirmam hoje que a resistência da União Soviética contra a Alemanha nazista na Europa e a resistência chinesa na Ásia contra o imperialismo japonês foram as maiores guerras coloniais da história. Como tais, elas foram os maiores exemplos de luta de classes no século XX, uma batalha que sempre assume características novas e peculiares. A história do século passado é a confirmação da leitura marxista da história como luta de classes.
CC: A luta de classes resulta útil para interpretar e transformar a realidade contemporânea?
DL: Na época actual, não existem mais as colónias no sentido clássico, pois é evidente que a luta anticolonial chegou ao fim em nível planetário. Esse avanço é, sem dúvida, o resultado de um processo iniciado com a Revolução de Outubro, quando Lénine conclamou “os escravos das colónias a quebrarem o jugo da dominação colonial”. O mundo era propriedade de poucas grandes potências colonialistas, da Ásia à América Latina. Hoje o quadro é outro, mas ela continua como luta anticolonialista: não é mais pela independência nacional, mas assume a forma de disputa económica. Uma citação de Mao Tsé-Tung torna-se útil outra vez. Na véspera da proclamação da República Popular da China, em 1949, ele avisou: “Se, depois da conquista do poder, não tivermos em conta que os Estados Unidos querem que a China continue dependendo do trigo americano, a China continuará sendo substancialmente uma colónia no plano económico. Nesse caso, a independência política será meramente formal”. Mao entendeu claramente que o processo de libertação do colonialismo passou da fase político-militar para a político-económica. Dessa maneira, podemos entender o que acontece nos dias de hoje com a China: uma das formas da luta de classes vigente é a tentativa de quebrar o monopólio ocidental da alta tecnologia. Isso vale também para a América Latina, que se liberou definitivamente da Doutrina Monroe, mas continua a batalha pela independência económica e pelo desenvolvimento autónomo.
CC: Ilustres prémios Nobel de Economia evidenciaram que também nos países emergentes o processo de bifurcação entre ricos e pobres aumenta. Como o senhor avalia essa contradição?
DL: Em nível mundial, o capitalismo continua dominante. Portanto, também nos países emergentes vê-se uma acumulação de riqueza a favor dos sectores privilegiados, e quase sempre a distância económica e social entre riqueza e pobreza se acentua. No Brasil como na China, as três formas de luta de classes estão contemporaneamente activas, não existe só a forma clássica entre burgueses e trabalhadores. É sempre preciso fazer a análise concreta da situação concreta. Cada momento histórico é caracterizado pelo entrelaçamento entre as três diferentes lutas de classes e, a depender dos contextos específicos, determina-se a prevalência de uma forma sobre as outras.
CC: Como definir a experiência chinesa, que adoptou um sistema de partido único e a economia capitalista?
DL: Se por capitalismo entendemos o sistema em que o poder é exercido pela burguesia, certamente a China não é um país capitalista, pois o poder está estritamente nas mãos do Partido Comunista. A expropriação política da burguesia foi realizada completamente, enquanto a económica não, pelo fato de suas capacidades empreendedoras terem sido consideradas úteis, nessa fase histórica, para perseguir os objectivos de interesse geral. Portanto, sugiro aceitar a autodefinição que os dirigentes locais adoptaram: a China se encontra no estágio primário do socialismo, que acabará em 2049, centenário da República Popular. Admito ter compartilhado as ilusões do passado, quando as certezas alimentadas pela filosofia da história garantiam a inevitável vitória do socialismo. Agora não acredito mais nisso, mas afirmar que na China o capitalismo venceu para sempre é uma colossal besteira. Palavra de historiador. 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

ONDE ESTÁ A MORAL DOS TUCANOS CORRUPTOS?

Vox Populi: FHC foi o governo mais corrupto do Brasil nos últimos vinte anos

Entre os três últimos presidentes brasileiros das últimas duas décadas, Fernando Henrique Cardoso, do PSDB, foi o que menos combateu a corrupção no Brasil. Ficou, assim, atrás da presidenta Dilma Rousseff e do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores.

Por redação do Portal Metropole

Pesquisa realizada pelo instituto de opinião Vox Populi coloca Lula como líder do ranking no quesito “presidente que mais combateu a corrupção”, com 31% das manifestações favoráveis. Dilma vem em segundo, com 29%.
Na lanterna, ficou FHC, com apenas 11% dos votos. O resultado corrobora a impressão geral de que, durante os mandatos do tucano (1995-2002), a corrupção foi colocada para debaixo do tapete, em boa medida por conta do então procurador-geral da República, Geraldo Brindeiro.
Nomeado por FHC e por ele mantido no cargo por oito anos, Brindeiro ganhou o apelido de “engavetador-geral da República”, justamente, por não investigar nada contra os tucanos.
Para Coimbra, a mídia evita fazer pesquisas sobre a crise de corrupção na Petrobras. A única conhecida foi realizada pelo instituto Datafolha, no início deste mês, e mereceu do jornal “Folha de S. Paulo” leitura no mínimo “extravagante”, de acordo com o pesquisador. A manchete do jornal foi: “Brasileiro responsabiliza Dilma por caso Petrobras”. No mesmo levantamento, contudo, o dado mais importante era exatamente o ranking de luta contra a corrupção, no qual FHC aparecia por último, atrás de Dilma e Lula.
“Nenhum outro levantamento foi encomendado, como se aquele resolvesse a questão e o resultado bastasse; como se não fosse tão questionável que até a ombudsman do jornal criticaria a despropositada matemática usada pelos editores ao noticiá-la”, estranha Coimbra.
“Feitas as contas, 60% escolheram um governante do PT, enquanto FHC nem sequer atinge um quarto do eleitorado que votou no PSDB, em outubro”, avalia. Aécio Neves teve menos de 51 milhões de votos e a quarta parte disso significa pouco mais de 12,5 milhões de eleitores.
Em contrapartida, a pesquisa indica haver na população a crença de que o maior número de denúncias de corrupção nos governos petistas se deve à autonomia concedida pelos governantes às instâncias de fiscalização do Estado. Tal cenário permitiu que os esquemas fossem descobertos, os integrantes identificados e presos.
A pesquisa ouviu 2,5 mil pessoas entre os dias 5 e 8 de dezembro, em 178 municípios e procurou saber, também, o grau de conhecimento da população sobre o caso de corrupção na Petrobras, revelado pela operação Lava Jato, da Polícia Federal. Os dados indicam que apenas 13% dos entrevistados não tinham ouvido falar das denúncias de irregularidades na empresa.
Ou seja, 86% da população as conhecia, sem variações significativas, segundo os níveis de escolaridade, na análise do Vox Populi. Dos que disseram ter ouvido falar no assunto, 69% acreditam que as irregularidades na Petrobras vêm de antes do PT chegar ao governo federal.