domingo, 5 de abril de 2015

A FOTO DE UM SANGUINÁRIO TORTURADOR DOS EUA

Geoffrey Miller

ESSE CANALHA MERECE UM FUZILAMENTO...

Tribunal francés convoca exjefe torturador de Guantánamo

Geoffrey Miller
El Tribunal de Ape­la­ción de París ordenó la comparecencia del general Geoffrey Miller, exdirector de la prisión de Guan­tánamo, ubicada en el territorio que Estados Unidos ocupa ilegalmente en Cuba, informó ayer la prensa local.
La disposición responde a una denuncia por detención arbitraria y tortura presentada por los franceses Nizar Sassi y Mourad Benchellali, indicó PL.
Ambos fueron detenidos por las fuerzas estadounidenses en Afga­nis­tán antes de ser transferidos a la Base Naval de Guantánamo, don­de permanecieron retenidos des­de finales del 2001 al 2004 y el 2005, respectivamente, antes de ser devuel­tos a Francia.
En un informe elaborado por los abogados de los ex prisioneros y enviado a las autoridades galas en el 2014, se acusa a Miller de haber “au­torizado planes sistemáticos para torturar y someter a tratos denigrantes a personas privadas de libertad sin ningún cargo y sin asegurarles los derechos básicos que tiene cualquier de­tenido”.
Guantánamo empezó a recibir sos­pechosos de terrorismo cuatro me­ses después de los atentados del 11 de septiembre del 2001. Desde en­tonces, más de 800 hombres han sido encerrados sin cargos ni proceso judicial.
Esse torturador safado da foto quando é justiçado, leia-se executado por revolucionários, ai vem os nazifascistas chorar por ele, dizer que foi morto por terroristas; quando na realidade o torturador é que é um terrorista.

O IBGE E OS SEM-TERRA

O IBGE publicou sua Síntese de Indicadores Sociais de 2014. Há pouca variação nos trágicos percentuais dessa estatística da miséria e exclusão no Brasil. Fica-se logo sabendo, por exemplo, que cerca de 23,9% das famílias no país sobrevivem com renda per capita mensal de apenas meio salário mínimo e que, no Maranhão, terra do coronel Sarney, este percentual chega a  60,3%.
Fato ainda mais insólito quando se sabe que o valor do salário mínimo é ainda aviltante e irrisório.
O documento do IBGE também revela uma preconceituosa estratificação por raça na distribuição salarial entre brasileiros de baixa renda. Para os chamados pardos - ai já começa a sacanagem porque parda é cor de bicho- e para os negros, a média de seus respectivos vencimentos mensais é de 2,2 à 2,5  salários mínimos; para os brancos , a média é de 5,6 salários mínimos. A concentração da renda, por sua vez, manteve seus históricos e humilhantes níveis: 10% dos mais ricos detém 40% do total da renda nacional, concentração superior a de pequenos países, como Costa Rica, Peru e Uruguai.
Essa excessiva concentração da renda nacional é provavelmente o  fator mais inibidor do desenvolvimento do país. E, nessa linha, é certo haver uma relação direta entre concentração de renda e concentração da terra. O latifúndio improdutivo, de ranço medieval, conseguiu sobreviver à vertiginosa modernização (?) da economia brasileira. A propósito, 1% dos proprietário rurais possuem  59,6% do total das terras.
 Não há registro contemporâneo de país desenvolvido que não tenha previamente reformado suas antigas estruturas fundiárias baseadas nas grandes propriedades. A reforma agrária - estou falando de reforma, não de revolução- além de sua urgência moral face aos elevados níveis de pobreza rural, constitui-se em condição imprescindível para efetivo e sustentável crescimento econômico - nem falo em desenvolvimento-; em qualquer que seja, aliás, o regime político.
E não se faz reforma agrária sem essas legiões de peregrinos pela terra e historicamente presentes nos iníquos percentuais do IBGE. São, afinal a reprodução genético-social dos humilhados e oprimidos de todas as épocas. Sem eles faz-se negócio agrário, mas jamais Reforma Agrária.
Após todas essas constatações não entendo e não compreendo porque as elites pretendem golpear Dilma já que continuam sendo beneficiadas. Querem mais o quê? Querem voltar aos tempos da escravidão, do feudalismo?
NÃO PASSAM DE GRANDES CANALHAS ESSES GOLPISTAS DE PLANTÃO.  Pra eles defendo o PAREDÓN. Falei e digo!

sábado, 4 de abril de 2015

PENSO ASSIM...


 

A frente ampla: instrumento estratégico de resistência e avanço

 (Roberto Amaral, abril de 2015)

“Um movimento de caráter popular que congregue as forças progressistas é necessário para combater a ascensão da direita”.

Ao final do memorável pleito de 1989, propusemos, Jamil Haddad e eu, ao PT e ao seu líder Luiz Inácio Lula da Silva, a institucionalização, ampliada ou não, da Frente Brasil Popular, responsável pela mais importante campanha eleitoral realizada até aqui, desde a redemocratização de 1984. Foi aquele, é preciso recordar, um pleito rico do ponto de vista político (nada a ver com os debates das últimas eleições presidenciais), ensejando uma discussão ideológica que jamais se repetiria, e que, talvez, até pela sua riqueza, tenha sido condenado ao esquecimento.

A Frente, integrada por um pequeno, mas vibrante, PT (vibrante tanto quanto sectário, em um purismo que não conseguiu preservar), congregava o saudoso PSB e o PCdoB, numa disputa na qual enfrentou gigantes como PMDB, PFL e PDT de então, liderado pela figura carismática, histórica e forte de Leonel Brizola. Pois essa Frente, sem abdicar de princípios, sem marqueteiros, levara o líder metalúrgico – dito e redito sem viabilidade eleitoral – a disputar o segundo turno das eleições com o candidato das forças conservadoras, do grande capital e dos grandes meios de comunicação de massa, à frente dos quais estava, como sempre, ativo, o indefectível Sistema Globo de Televisão.

Naquele também memorável segundo turno perdeu a Frente Brasil Popular as eleições, como se sabe, nas circunstâncias conhecidas. Mas, antes, aglutinara em torno de si todas as forças populares do País, todos os partidos progressistas de então (inclusive os hesitantes PSDB e PCB, este já sob o controle dos liquidacionistas), intelectuais, artistas, a universidade, trabalhadores, e as grandes massas urbanas num processo crescente de politização, pois ainda ecoavam a luta contra a ditadura e a campanha pelas Diretas Já, certamente a mais significativa mobilização popular conhecida pela República, lembrando a hoje também esquecida campanha "O petróleo é nosso".

Víamos, na ideia da Frente, a possibilidade de manter sob nossa influência as diversas correntes políticas que haviam acorrido à campanha do segundo turno, mas que não eram eleitoras nem do PT nem dos demais partidos – correntes, aliás, que não se sentiam identificadas ou atraídas pelo quadro partidário brasileiro, em reconstrução naqueles anos. Lembremos, era a primeira eleição direta para presidente, desde 1960! Ancilar a esse propósito havia, assim sentíamos, a necessidade de dar organicidade e proporcionar atividade permanente aos nossos partidos, em interação com a sociedade, ou seja, compreendendo a sociedade em sua complexidade, rasgando os limites da militância. Sem sermos pitonisas, antevíamos os embates a que seríamos chamados a travar com o governo Collor e sua base conservadora. Mas, acima de tudo, nós que havíamos vivido o fim do governo Jango e a insurgência da ditadura, víamos na Frente, por limitada que fosse, a possibilidade de manter as esquerdas brasileiras (naquela altura já pensávamos em "forças progressistas") unidas também "fora da cadeia". Por havermos vivido a ditadura, conhecíamos muito bem a importâncias da institucionalidade democrática.

Mas o PT, inflado ou não pela "vitória política" recente, e que da história política do País só conhecia a sua própria – pequena e recente –, perseguia, já ali, um projeto-solo. A Frente certamente sugeria a seus líderes a ameaçadora possibilidade de crescimento das demais forças de esquerda e progressistas, quando o que interessava àquele PT não era necessariamente o crescimento coletivo das esquerdas como movimento político, mas o crescimento do PT como a grande força da esquerda (assim no singular) brasileira. Vem de sua fundação tanto o exclusivismo quanto o projeto hegemônico. Uma espécie de "destino manifesto".

Seja por isso, seja por aquilo, o fato objetivo é que a institucionalização da Frente foi descartada, e nela não mais se falou, embora PSB e PCdoB permanecessem aliados ao PT e apoiando a candidatura Lula em eleições seguintes.

A ficha começa a cair após a vitória de 2002, confrontando o PT com o "fato novo" que era a governança de centro-esquerda em país dominado por uma estrutura político-jurídico-econômico-comunicacional reacionária, dependente de um Congresso no qual as forças que haviam elegido o presidente da República eram acachapantemente minoritárias. (Na Câmara Federal, com seus 573 membros, os partidos que haviam apoiado o presidente Lula somavam míseros 73 deputados, se tanto.)

A realidade, porém, imporia, como de necessidade, em 2003, o que o idealismo havia rejeitado em 1989. Por óbvio, a vida caminha, não se tratava mais de ressuscitar a velha "Frente Brasil Popular", mas de arregimentar um dispositivo novo capaz de assegurar o apoio político popular ao governo mudancista, necessidade que se tornaria imperiosa a partir de 2005. Os dados então exigiam uma Frente capaz de garantir a sustentabilidade ao governo para além de sua base parlamentar, uma Frente dotada de peso eleitoral suficiente para assegurar a continuidade do projeto de mudanças que Lula representava.

Naquela oportunidade, como ministro da Ciência e Tecnologia, tive inúmeras oportunidades de discutir com o presidente Lula o projeto de uma Frente (minha quase obsessão), quando, às razões de origem, se agregavam outras, como a identificação já naquela altura da crise dos partidos, inclusive dos nossos.

O presidente, que se encantara com a ideia da unificação dos partidos de esquerda, começava a considerar, com moderado entusiasmo, a ideia de uma frente, agora tendo como fonte inspiradora a Frente Ampla uruguaia, que vinha (e assim se mantém) somando seguidos sucessos. A História já nos disse que esse caminho foi outra vez posto de lado.

De novo a lição da realidade: a crise de hoje exige uma saída que a supere. Penso como inviável uma frente de partidos, por uma razão simplíssima, a ausência de matéria prima, e, nessa falência, destaco, porque relevante para minhas considerações, o agravamento da crise dos partidos progressistas (note o leitor que mais não falo em partidos de esquerda). Essa crise (cuido exclusivamente dos partidos progressistas) é de identidade, mas é também, como consequência, de caráter orgânico, alimentadas, ambas, pela ausência/carência de reflexão, pela incapacidade coletiva de interpretar a realidade e, por consequência, pela inevitável incapacidade de agir, que hoje descamba para a anomia, que igualmente pervade o movimento social de inclinação progressista, com a possivelmente única exceção do MST.

De todas, a mais grave é a crise do Partido dos Trabalhadores – por irônico decretada pela conquista e o exercício do poder – de quem se espera uma profunda autocrítica animadora e sua virtual refundação. Essa refundação, sua necessidade, é preciso dizer, não diz respeito tão somente ao PT, pois se seus acertos contribuíram para o avanço do pensamento progressista em nosso País, seus erros, e principalmente seus erros recentes, atingem em cheio todas as forças progressistas do Brasil – inclusive as que não estão com ele alinhadas, nem alinhadas estão ou estiveram com seus governos.

Mais do que nunca, pois, a frente, uma frente, continua necessária, não a frente de partidos de ontem, mas uma frente ampla de caráter nacional popular que congregue as forças progressistas (insisto, para além das esquerdas), partidárias ou não, organizadas de preferência, mas não necessariamente, como sindicatos, as diversas instituições e entidades da sociedade civil, intelectuais de modo geral, a comunidade acadêmica, o pensamento progressista em sentido amplo, compreendendo liberais de esquerda, a saber, todos os que estiverem convencidos de que só somando, compartilhando e alargando nossas forças para além de nosso campo, poderemos fazer frente à ascensão do pensamento e da ação da direita, que se organiza para a tomada do poder para nele promover, como já anunciada, a revisão dos avanços sociais, econômicos e políticos logrados pela sociedade brasileira nas últimas décadas.

O desafio exige compromissos com a soberania nacional, a retomada do desenvolvimento autônomo e a preservação dos direitos dos trabalhadores. Está à vista que tal frente não pode se limitar a pensar o imediato, o hoje apenas, não pode se contaminar pela pequena política, e muito menos isolar-se e inevitavelmente imolar-se num projeto meramente eleitoral, seja com vistas a 2016, seja mesmo com vistas a 2018, pois, só pensando a longo prazo (como pensou a matriz uruguaia), seu projeto nos levará à conquista ideológica da sociedade, a única que pode assegurar perdurância. Não é certo que, unidos, ganharemos, mas sem dúvida, separados, perseguindo projetos isolados, perderemos todos, como perdemos sempre que priorizamos a luta interna em prejuízo do combate na sociedade.

Primeiro de abril – Quando este artigo estiver sendo lido, estaremos a lembrar, para jamais esquecer, o golpe de Estado de 1964 que depôs o presidente João Goulart para impor ao país 20 anos de uma ditadura civil-militar, com seu legado de arbítrio, cerceamento das liberdades (inclusive da liberdade de imprensa), eliminação dos direitos civis e das franquias democráticas, supressão da ordem constitucional, demissões, prisões, torturas e assassinatos, corrupção e impunidade que perdura até hoje.

sexta-feira, 3 de abril de 2015

EISTEIN PREVIU OS CRIMES...

Carta de Albert Einstein alertando para o fascismo sionista em Israel

– Carta enviada ao New York Times em 1948 em protesto contra a visita de Menachem Begin

por Albert Einstein
Albert Einstein, foto em 1921. Universidade de Harvard, 4 de dezembro de 1948

Cartas ao Editor
New York Times

4 de dezembro de 1948

Aos editores do New York Times:

Entre os fenómenos políticos mais perturbadores da nossa época, está o aparecimento, no recém-criado estado de Israel, do "Partido da Liberdade" (Tnuat Haherut), um partido político muito parecido, na organização, nos métodos, na filosofia política e no apelo social, com os partidos nazis e fascistas. Formou-se a partir dos membros do antigo Irgun Zvai Leumi, uma organização terrorista, de extrema-direita e chauvinista na Palestina.

A atual visita do líder deste partido, Menachem Begin, aos Estados Unidos, é obviamente calculada para dar a impressão do apoio americano ao seu partido nas próximas eleições israelenses e para cimentar os elos políticos com os elementos sionistas conservadores nos Estados Unidos. Vários americanos de reputação nacional emprestaram os seus nomes para dar as boas-vindas a esta visita. É inconcebível que os que se opõem ao fascismo, em todo o mundo, se é que estão corretamente informados quanto ao registo político e às perspetivas de Begin, possam juntar o seu nome e apoio ao movimento que ele representa.

Antes que haja prejuízos irreparáveis, com contribuições financeiras, manifestações públicas a favor de Begin, e a criação na Palestina da impressão de que há na América um grande segmento que apoia elementos fascistas em Israel, o público americano tem que ser informado quanto ao passado e quanto aos objetivos de Begin e do seu movimento. As declarações públicas do partido de Begin não são de forma alguma indicadoras do seu verdadeiro caráter. Agora falam de liberdade, de democracia e de anti-imperialismo, mas recentemente pregavam abertamente a doutrina do estado fascista. É pelas suas ações que o partido terrorista revela o seu verdadeiro caráter; pelas suas ações do passado podemos avaliar o que podemos esperar no futuro.

Ataque a uma aldeia árabe

Um exemplo chocante foi o seu comportamento na aldeia árabe de Deir Yassin. Esta aldeia, afastada das estradas principais e rodeada de terras judaicas, não tomou parte na guerra e até lutou contra grupos árabes que queriam utilizar a aldeia como sua base. A 9 de abril (The New York Times), bandos de terroristas atacaram esta aldeia pacífica, que não era um objetivo militar no conflito, mataram a maior parte dos seus habitantes – 240 homens, mulheres e crianças – e deixaram vivos alguns deles para os exibirem como cativos, pelas ruas de Jerusalém. A maior parte da comunidade judaica ficou horrorizada com esta proeza e a Agência Judaica enviou um telegrama de desculpas ao Rei Abdulah da Transjordânia. Mas os terroristas, longe de se envergonharem da sua ação, ficaram orgulhosos com este massacre, deram-lhe ampla publicidade e convidaram todos os correspondentes estrangeiros no país para verem as pilhas de cadáveres e o caos em Deir Yassin. O incidente de Deir Yassin exemplifica o caráter e as ações do Partido da Liberdade.

Na comunidade judaica, têm pregado uma mistura de ultranacionalismo, misticismo religioso e superioridade racial. Tal como outros partidos fascistas, têm sido usados para furar greves e estão apostados na destruição de sindicatos livres. Em vez destes, propõem sindicatos corporativos de modelo fascista italiano. Nos últimos anos de esporádica violência antibritânica, os grupos IZL e Stern inauguraram um reinado de terror na comunidade judaica palestina. Espancaram professores que falavam contra eles, abateram adultos a tiro por não deixarem que os filhos se juntassem a eles. Com métodos de gangsters, espancamentos, destruição de montras e roubos por toda a parte, os terroristas intimidaram a população e exigiram um pesado tributo.

A gente do Partido da Liberdade não tomou parte nas ações de construção da Palestina. Não reclamaram terras, não construíram colonatos, e só denegriram a atividade defensiva judaica. Os seus esforços para a imigração, amplamente publicitados, foram mínimos e dedicados sobretudo a dar entrada a compatriotas fascistas.

Contradições observadas

As contradições entre as afirmações ousadas que Begin e o seu partido andam a fazer, e o registo do seu comportamento passado na Palestina, não têm a marca de qualquer partido político vulgar. Têm o carimbo inconfundível dum partido fascista para quem o terrorismo (contra judeus, árabes e britânicos, igualmente) e a falsidade são os meios, e o objetivo é um "Estado Líder".

À luz destas considerações, é imperativo que o nosso país tome conhecimento da verdade sobre Begin e o seu movimento. É tanto mais trágico quanto os líderes de topo do sionismo americano se recusaram a fazer campanha contra os esforços de Begin, e muito menos denunciar aos seus apaniguados os perigos para Israel do seu apoio a Begin.

Os abaixo assinados utilizam, assim, este meio para apresentar publicamente alguns factos relevantes, relativos a Begin e ao seu partido; e para apelar a todos os interessados que não apoiem esta manifestação tardia de fascismo.
Isidore Abramowitz
Hannah Arendt
Abraham Brick
Rabbi Jessurun Cardozo
Albert Einstein
Herman Eisen, M.D.
Hayim Fineman
M. Gallen, M.D.
H.H. Harris
Zelig S. Harris
Sidney Hook
Fred Karush
Bruria Kaufman
Irma L. Lindheim
Nachman Maisel
Seymour Melman
Myer D. Mendelson
M.D., Harry M. Oslinsky
Samuel Pitlick
Fritz Rohrlich
Louis P. Rocker
Ruth Sagis
Itzhak Sankowsky
I.J. Shoenberg
Samuel Shuman
M. Singer
Irma Wolfe
Stefan Wolf.

Nova Iorque, 2 de dezembro, 1948

Ver também:
  • Porquê o Socialismo? , Albert Einstein
  • "O perigo fascista e o desemprego" , Albert Einstein

  • Einstein, a bomba e o FBI , Jean Pestieau

    O original encontra-se em www.globalresearch.ca/... . Tradução de Margarida Ferreira.


    Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .
  • quinta-feira, 2 de abril de 2015

    TERRORISTA PROTEGIDO PELOS EUA

                                                                     


                                                MERCENARIOS DEL IMPERIO

                                                            CARLOS SANCHEZ BERZAIN

    EX MINISTRO DE LA DEFENSA DEL EX PRESIDENTE BOLIVIANO GONZALO SANCHEZ DE LOZADA, AMBOS PROFUGOS DE LA JUSTICIA DE SU PAIS POR SU RESPONSABILIDAD EN LA MASACRE DE OCTUBRE DE 2003. VIVE EN EEUU.
    Fonte>: contrainjerencia

    quarta-feira, 1 de abril de 2015

    O SERRA NA SURDINA QUER TORPEDEAR O PRÉ-SAL

                                                                    
                                             Vicma
    É a serviço desse abutre, dessa águia que estão os privativistas Aécio, Serra, et. caterna do DEMO, PSDB e outros canalhas mais.