terça-feira, 26 de março de 2013

ALIMENTAÇÃO E TRANSGENICOS


Conheça 10 transgênicos que já estão na cadeia alimentar

 

Foto: PA
Salmão geneticamente modificado é primeiro animal do tipo a ser liberado para o consumo
No final de dezembro passado, a agência que zela pela segurança alimentar nos Estados Unidos, a Food and Drug Administration (FDA) aprovou para consumo um tipo de salmão geneticamente modificado, reacendendo o debate sobre a segurança dos transgênicos e suas implicações éticas, econômicas sociais e políticas.
É a primeira vez que um animal geneticamente modificado é aprovado para consumo humano.
Mas muitos consumidores nos Estados Unidos, Europa e Brasil, regiões em que os organismos geneticamente modificados (OGMs) em questão de poucos anos avançaram em velocidade surpreendente dos laboratórios aos supermercados, passando por milhões de hectares de áreas cultiváveis, continuam desconfiados da ideia do homem cumprindo um papel supostamente reservado à natureza ou à evolução – e guardam na memória os efeitos nocivos, descobertos tarde demais, de “maravilhas” tecnológicas como o DDT e a talidomida.
Boa parte do público ainda teme possíveis efeitos negativos dos transgênicos para a saúde e o meio ambiente.
Pesquisas de opinião nos Estados Unidos e na Europa, entretanto, indicam que a resistência aos OGMs tem caído, refletindo, talvez, uma tendência de gradual mudança de posição da percepção pública.
As principais academias de ciências do mundo e instituições como a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e a Organização Mundial da Saúde (OMS) são unânimes em dizer que os transgênicos são seguros e que a tecnologia de manipulação genética realizada sob o controle dos atuais protocolos de segurança não representa risco maior do que técnicas agrícolas convencionais de cruzamento de plantas.
O salmão transgênico, que pode chegar às mesas de jantar em 2014, será o primeiro animal geneticamente modificado (GM) consumido pelo homem.
Vários produtos GM já estão nos supermercados, um fato que pode ter escapado a muitos consumidores – apesar da (discreta) rotulagem obrigatória, no Brasil e na UE, de produtos com até 1% de componentes transgênicos.
A BBC Brasil preparou uma lista com 10 produtos e derivados que busca revelar como os transgênicos entraram, estão tentando ou mesmo falharam na tentativa de entrar na cadeia alimentar.

MILHO

Protesto de fazendeiros mexicanos contra milho transgênico. |Foto: Reuters
Dezoito variedade de milho transgênico são aprovadas para consumo no Brasil
Com as variantes transgênicas respondendo por mais de 85% das atuais lavouras do produto no Brasil e nos Estados Unidos, não é de se espantar que a pipoca consumida no cinema, por exemplo, venha de um tipo de milho que recebeu, em laboratório, um gene para torná-lo tolerante a herbicida, ou um gene para deixá-lo resistente a insetos, ou ambos. Dezoito variantes de milho geneticamente modificado foram autorizadas pelo CTNBio, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia que aprova os pedidos de comercialização de OGMs.
O mesmo pode ser dito da espiga, dos flocos e do milho em lata que você encontra nos supermercados. Há também os vários subprodutos – amido, glucose – usados em alimentos processados (salgadinhos, bolos, doces, biscoitos, sobremesas) que obrigam o fabricante a rotular o produto.
O milho puro transgênico não é vendido para consumo humano na União Europeia, onde todos os legumes, frutas e verduras transgênicos são proibidos para consumo – exceto um tipo de batata, que recentemente foi autorizado, pela Comissão Europeia, a ser desenvolvido e comercializado. Nos Estados Unidos, ele é liberado e não existe a rotulação obrigatória.

ÓLEOS DE COZINHA

Os óleos extraídos de soja, milho e algodão, os três campeões entre as culturas geneticamente modificadas – e cujas sementes são uma mina de ouro para as cerca de dez multinacionais que controlam o mercado mundial – chegam às prateleiras com a reputação “manchada” mais pela sua origem do que pela presença de DNA ou proteína transgênica. No processo de refino desses óleos, os componentes transgênicos são praticamente eliminados. Mesmo assim, suas embalagens são rotuladas no Brasil e nos países da UE.

SOJA

Foto: Reuters
Óleo de soja é o principal subproduto do cultivo transgênico para o consumidor
No mundo todo, o grosso da soja transgênica, a rainha das commodities, vai parar no bucho dos animais de criação – que não ligam muito se ela foi geneticamente modificada ou não. O subproduto mais comum para consumo humano é o óleo (ver acima), mas há ainda o leite de soja, tofu, bebidas de frutas e soja e a pasta misso, todos com proteínas transgênicas (a não ser que tenham vindo de soja não transgênica). No Brasil, onde a soja transgênica ocupa quase um terço de toda a área dedicada à agricultura, a CTNBio liberou cinco variantes da planta, todas tolerantes a herbicidas – uma delas também é resistente a insetos.

MAMÃO PAPAYA

Os Estados Unidos são o maior importador de papaya do mundo – a maior parte vem do México e não é transgênica. Mas muitos americanos apreciam a papaya local, produzida no Havaí, Flórida e Califórnia. Cerca de 85% da papaya do Havaí, que também é exportada para Canadá, Japão e outros países, vem de uma variedade geneticamente modifica para combater um vírus devastador para a planta. Não é vendida no Brasil, nem na Europa.

QUEIJO

Aqui não se trata de um alimento derivado de um OGM, mas de um alimento em que um OGM contribuiu em uma fase de seu processamento. A quimosina, uma enzima importante na coagulação de lacticínios, era tradicionalmente extraída do estômago de cabritos – um procedimento custoso e “cruel”. Biotecnólogos modificaram micro-organismos como bactérias, fungos ou fermento com genes de estômagos de animais, para que estes produzissem quimosina. A enzima é isolada em um processo de fermentação em que esses micro-organismos são mortos. A quimosina resultante deste processo – e que depois é inserida no soro do queijo – é tida como idêntica à que era extraída da forma tradicional. Essa enzima é pioneira entre os produtos gerados por OGMs e está no mercado desde os anos 90. Notem que o queijo, em todo seu processo de produção, só teve contato com a quimosina – que não é um OGM, é um produto de um OGM. Além disso, a quimosina é eliminada do produto final. Por isso, o queijo escapa da rotulação obrigatória.

PÃO, BOLOS e BISCOITOS

Foto: Getty
Bolos e pães têm componentes derivados de milho e soja transgênicos
Trigo e centeio, os principais cereais usados para fazer pão, continuam sendo plantados de forma convencional e não há variedades geneticamente modificadas em vista. Mas vários ingredientes usados em pão e bolos vêm da soja, como farinha (geralmente, nesse caso, em proporção pequena), óleo e agentes emulsificantes como lecitina. Outros componentes podem derivar de milho transgênico, como glucose e amido. Além disso, há, entre os aditivos mais comuns, alguns que podem originar de micro-organismos modificados, como ácido ascórbico, enzimas e glutamato. Dependendo da proporção destes elementos transgênicos no produto final (acima de 1%), ele terá que ser rotulado.

ABOBRINHA

Seis variedades de abobrinha resistentes a três tipos de vírus são plantadas e comercializadas nos Estados Unidos e Canada. Ela não é vendida no Brasil ou na Europa.

ARROZ

Uma das maiores fontes de calorias do mundo, mesmo assim, o cultivo comercial de variedades modificadas fica, por enquanto, na promessa. Vários tipos de arroz estão sendo testados, principalmente na China, que busca um cultivo resistente a insetos. Falou-se muito no golden rice, uma variedade enriquecida com beta-caroteno, desenvolvida por cientistas suíços e alemães. O “arroz dourado”, com potencial de reduzir problemas de saúde ligados à deficiência de vitamina A, está sendo testado em países do sudeste asiático e na China, onde foi pivô de um recente escândalo: dois dirigentes do projeto foram demitidos depois de denúncias de que pais de crianças usadas nos testes não teriam sido avisados de que elas consumiriam alimentos geneticamente modificados.

FEIJÃO

Foto: AP
Feijão transgênico deve ser distribuído no Brasil em 2014
A Empresa Brasileira para Pesquisa Agropecuária (Embrapa), ligada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, conseguiu em 2011 a aprovação na CTNBio para o cultivo comercial de uma variedade de feijão resistente ao vírus do mosaico dourado, tido como o maior inimigo dessa cultura no país e na América do Sul. As sementes devem ser distribuídas aos produtores brasileiros – livre de royalties – em 2014, o que pode ajudar o país a se tornar autossuficiente no setor. É o primeiro produto geneticamente modificado desenvolvido por uma instituição pública brasileira.

SALMÃO

Após a aprovação prévia da FDA, o público e instituições americanos têm um prazo de 60 dias (iniciado em 21 de dezembro) para se manifestar sobre o salmão geneticamente modificado para crescer mais rápido. Em seguida, a agência analisará os comentários para decidir se submete o produto a uma nova rodada de análises ou se o aprova de vez. Francisco Aragão, pesquisador responsável pelo laboratório de engenharia genética da Embrapa, disse à BBC Brasil que tem acompanhado o caso do salmão “com interesse”, e que não tem dúvidas sobre sua segurança para consumo humano. “A dúvida é em relação ao impacto no meio ambiente. (Mesmo criado em cativeiro) O salmão poderia aumentar sua população muito rapidamente e eventualmente eliminar populações de peixes nativos. As probabilidades de risco para o meio ambiente são baixas, mas não são zero…na natureza não existe o zero”.

E ESTES NÃO DERAM CERTO…

A primeira fruta aprovada para consumo nos Estados Unidos foi um tomate modificado para aumentar sua vida útil após a colheita, o “Flavr Savr tomato”. Ele começou a ser vendida em 94, mas sua produção foi encerrada em 97, e a empresa que o produziu, a Calgene, acabou sendo comprada pela Monsanto. O tomate, mais caro e de pouco apelo ao consumidor, não emplacou. O mesmo ocorreu com uma batata resistente a pesticidas, lançada em 95 pela Monsanto: a New Leaf Potato. Apesar de boas perspectivas iniciais, ele não se mostrou economicamente rentável o suficiente para entusiasmar fazendeiros e foi tirada do mercado em 2001.
Matéria de Thomas Pappon, da BBC Brasil, reproduzida pelo EcoDebate, 13/02/2013

segunda-feira, 25 de março de 2013

BRUXELAS: CAPITAL DO LOBBY PLANETÁRIO



No centro de Bruxelas, capital da União Européia, se situa uma área de uns poucos quilômetros, e sede de uma das maiores concentrações de poder político do mundo. Diversas instituições chaves da UE (Comissão européia, Parlamento, Conselho) se encontram localizadas no Bairro Europeu, assim como milhares de escritórios que abrigam os que querem influir na tomada de decisões comunitárias. Bruxelas se converteu num imã para os grupos de pressão ou lobbies. São estimados entre 15 à 30 mil os profissionais que representam empresas, setores industriais, agricultores, grupos da sociedade civil, sindicatos e outros.  Os que representam as grandes empresas são os mais numerosos, é óbvio. Esses lobistas, que não são muito visíveis, são privilegiados cujas agendas, frequentemente, coincidem com as dos dirigentes da UE, em detrimento do interesse público.
 Recente trabalho publicado Lobby Planet Bruselas – El barrio Europeo , aborda o que chamam de as peças chaves no lobby das finanças, do clima e dos alimentos e biotecnologia.

                                    O LOBBY DO CLIMA

O lobby industrial tem um papel fundamental na política de debilitar e minar a efetividade das políticas climáticas da União Européia. Como resultado, a política climática da UE é uma mistura de objetivos de redução de emissões de CO2 pouco ambiciosas, comércio de emissões e outras “falsas soluções” que,  além disso, são perigosas, como os agro-combustíveis. Uma série de medidas que tem permitido às grandes empresas continuar contaminando e por sua vez tirar proveito dos novos mercados. Entre essas grandes empresas citamos a BP- British Petroleum, a Shell, a Vattenfall. Companhia energética sueca, a Asociación Internacional para el Comercio da Emisiones(IETA), a Daimier, industria automobilística e a Asociación Internacional de Transporte Aéreo(IATA), todas localizadas no centro nevrálgico de Bruxelas.

                        O LOBBY ALIMENTAR E DA BIOTECNOLOGIA

O setor empresarial agro alimentar cobre desde as sementes e os agroquímicos até o processamento de alimentos e sua distribuição, e exerce pressão em Bruxelas mediante a atuação de inumeráveis grupos de pressão.
O grupo de pressão desse segmento está representado, no centro nevrálgico de Bruxelas, pelas seguintes empresas: EuropaBio- grupo de pressão das numerosas empresas de biotecnologia,  EuroCommerce que representa aproximadamente  6 milhões de comerciantes, entre eles o Carrefour, Auchan e o McDonald’s, FEFAC-Federación Europea de Fabricantes de Piensos (Ração),  Consejo Europeo de Información sobre la Alimentación(EUFIC), Food and Drink Europe(FDE), Asociación Europea de Semillas(ESA), que faz lobby, pressão em favor dos OGMs e o Comitê Europeo de Enlace para el Comercio de Productos Agroalimentarios(CELCAA).
  
Em Bruxelas o lobby da biotecnologia opera sobre tudo através dos grupos de pressão EuropaBio – que representa todo o setor de biotecnologia- e a Associação Européia de Sementes(ESA). As empresas de biotecnologia como a Monsanto, Syngenta, Pionner, Bayer Cropscience, Basf, Dow Agroscience, Basf, Dow Agroscience e Novastis, são membros de ambos os grupos, porém muitas tem também seus próprios escritórios de lobby em Bruxelas.
As empresas de biotecnologia não têm conseguido convencer ao público europeu dos supostos benefícios ou da necessidade dos cultivos geneticamente modificados. Muitos estados membros da EU continuam reagindo ao consumo de alimentos geneticamente modificados e durante os últimos 14 anos tem negado autorização para o cultivo na UE de novas variedades OGM.

PESQUISAS APONTAM MADURO COM VANTAGEM DE 22%

Os resultados das mais recentes sondagens de opinião realizadas por diversas empresas de pesquisas na Venezuela, dão como vencedor o candidato da Revolução, Nicolás Maduro, com uma vantagem entre 16 e 22% sobre o candidato da direita, Henrtique Capriles Radonski. Em todas as pesquisas feitas Maduro aparece com 53,8%, 54% e 54,3%, enquanto que Capriles aparece com 22,2%, 32,3% e 31,5%. Independentemente de sua preferência de votos, 64,7% dos venezuelanos estão seguros de que dia 14 de abril Nicolás Maduro será eleito presidente.

DESEMPREGO NA EUROPA TENDE A CRESCER

"Nada se pode fazer sem a aprovação da Alemanha. E, francamente, a Alemanha seria insana se alterasse o status quo atual que a faz funcionar melhor que o resto da eurozona. Simplesmente insana". Quem afirma isto é o Dansk Bank. " Quem mais pode se jubilar-se de ter a menor taxa de desemprego desde antes da crise financeira?", questiona o banco dinamarquês. E conclui: "Portanto, aperto monetário, baixa inflação, austeridade, Isso está sendo posto em prática nos países da eurozona. A saida da zona euro é uma necessidade objetiva para os países da Europa do Sul.
Fonte: resistir.info

domingo, 24 de março de 2013

PR E SC: A AUTOFAGIA PARLAMENTAR


A matéria publicada, hoje (24/03/13), na Gazeta do´Povo SC "descobre" o segredo do cofre é um tapa na cara dos parlamentares parananeses no Congresso Naciona - Senado e Câmara-. Por que um tapa na cara? Porque os parlamentares paranaenses praticam a autofabia política; além de brigarem aqui nas bases, no Estado; brigam lá no Congresso, câmara e senado. Quem perde com isso? o nosso Estado do Paraná. As bancadas paranaenses - deputados federais e senadores-, autam no varejão, defendem interesses privados e particulares, quandop deviam agir no atacado defendendo os intereses do Estado, do povo do Paraná. Os parlamentares catarinenses, bem como o seu governador são mais espertos, mais ágeis, mais inteligentes; deixam as lutas intestinas para dentro de casa; no Congresso se unem e defendem o seu povo. Isso é que é fazer política inteligente, não politicalha caolha como os nossos(?) beócios e individualistas parlamentares. Os empréstimos do Paraná estão encalhados; os de Santa Catarina liberados. Agora o secretário de Estado Reinhold Stephanes, quadro da direita brasileira e paranaense, diz que a culpa da não liberações  dos pedidos de empréstimos do Paraná é de Roberto Reuião. Ora os problemas junto ao CAUD-Cadastro Unico de Convênios, o SPC do governo federal,  segundo Stephanes são da época do governo Requião. Perguntamos: por que Reinhold Stephanes, esse direitoso filhote da ditadura, esse rolha que está sempre boiando, que foi Secretário da Administração e Secretário do Planejamento de Requião, não resolveu, na época essa situação junto ao SPC FEDERAL? Porque os problemas do Parana no CAUD são relativos as pendências do Banestado quando Stéphanes fazia parte da diretoria do Banestado. Agora que tirar o simbolo do cobre da reta!

MINISTRO JOAQUIM BARBOSA: E O MENSALÃO DO PSDB?


Aqui transcrevo resposta do ex-deputado do PDT gaucho Carlos Araujo. pouco antes do julgamento do "mensalão".
"Terra - Sobre o início do julgamento do mensalão na próxima semana, qual a sua expectativa?
Carlos Araújo -
Eu acho tudo isso uma barbaridade, um absurdo. Não tem uma prova contra ninguém. É um julgamento político incentivado por uma mídia que nós sabemos como é, enquanto tem outro mensalão, do PSDB, que eles não falam, estão deixando prescrever. Todo mundo sabe que no Brasil existe uma legislação absurda, que permite a coligação política dos partidos, mas não autoriza a coligação econômica entre eles. Isso todos os partidos tem, o chamado caixa dois, agora não tem nenhuma prova de que tenha dinheiro público, dinheiro do governo envolvido. É uma vergonha."
Carlos Araujo é um político sério e experiente; não é petista mas tem um pensamento crítico sobre a realidade nacional. Também pensamos como Araujo sobre o caso 'mensalão", independentmente de outras correntes de esquerda e até ditas marxistas que estão na mesma esteira da direita. Do mensalão tucano - do PSDB- ninguém fala; calam. Perguntamos: Ministro Joaquim Barbosa quando Vossa Excelência vai abrir a caixa do mensalão do PSDB? Como afirmou Araujo "vão deixar prescrever"?

sexta-feira, 22 de março de 2013

EUA QUER ATACAR A COREIA DO NORTE



Mídia ocidental ‘prepara’ guerra contra a Coréia do Norte

As agências de notícia e os grandes jornais da Europa e dos EUA já fizeram isso quando inventaram fatos sobre Saddam Hussein antes de os norte-americanos invadirem o Iraque. A estratégia é difamar o adversário para ‘ganhar’ a opinião pública internacional. Na mídia, Kim Jong-um é retratado como um insano ‘Doctor Evil’ e o povo norte-coreano, como loucos que matam crianças para saciar a fome.