quinta-feira, 20 de março de 2014

EVO: A SOLIDARIEDADE LATINOAMERICANA

Evo: Obama es “el protector de la oposición violenta en Venezuela”


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AVN - El presidente de Bolivia, Evo Morales, rechazó la campaña de Estados Unidos (EEUU) contra el Gobierno legítimo y el pueblo de Venezuela.
En rueda de prensa desde el Palacio de Gobierno en la Paz, Morales recordó que tras los comicios de abril de 2013, cuando resultó electo el presidente Nicolás Maduro, el Gobierno de Estados Unidos se negó a reconocer los resultados de esa contienda electoral.
Morales señaló que tras desconocer a Maduro, Estados Unidos comenzó una campaña contra Venezuela al denunciar falsas informaciones sobre derechos humanos en el país suramericano.
“¿Qué moral tiene el gobierno de Estados Unidos para hablar de derechos humanos? (…) ¿Cuántas personas, niños, abuelos han muerto por la intervención de Estados Unidos a Libia?”, se preguntó el Mandatario boliviano.
Fonte:contrainjerencia
Agregó que “Estados Unidos es el país número uno en violar derechos humanos individuales y colectivos”.
También comentó sobre la posterior negativa de Washington al sobrevuelo del avión presidencial venezolano sobre espacio aéreo de Puerto Rico, hecho que ocurrió el 19 de septiembre del año pasado.
Morales destacó la campaña mediática que siguió contra el Gobierno de Maduro, manejada desde Estados Unidos y que se ha intensificado durante el último mes.
“El presidente de Estados Unidos es el protector de la oposición violenta en Venezuela”, dijo.
Señaló que afortunadamente “Estados Unidos no ha podido convencer a la Unión Europea ni la Organización de Estados Americanos (OEA) para desconocer al Gobierno de Venezuela”.

AS VERDADES SOBRE A CRIMÉIA



Acerca da Ucrânia e do referendo na Criméia


por KKE
O KKE desde o primeiro momento denunciou a intervenção imperialista dos EUA-OTAN-UE na Ucrânia e o golpe executado por forças reaccionárias, com a participação de nazis, o qual criou grandes perigos para o povo ucraniano. A postura destas forças e a sua crítica em relação aos desenvolvimentos na Ucrânia e ao referendo na Criméia são um monumento de hipocrisia. Pois estas são as mesmas forças que desempenharam o papel principal no desmembramento da Jugoslávia, na secessão do Kosovo, nas intervenções imperialistas no Iraque, Afeganistão, Líbia, nas organizações de golpes contra governos que não são do seu agrado. Elas tentaram fazer na Síria o mesmo que estão a fazer agora na Ucrânia.

Tendo como nosso critério os interesses do povo, consideramos que a assimilação da Criméia dentro da Rússia não trata eficazmente desta intervenção, não resolve no essencial qualquer dos problemas reais do povo da Criméia, não significa qualquer normalização da situação ou solução a longo prazo de paz e cooperação para os povos da região com prosperidade e progresso. A maioria do povo está a sofrer tanto na Rússia como na Ucrânia, a viver em condições de barbárie capitalista, as quais foram provocadas pelas mudanças contra-revolucionárias em 1991.

Compreendemos que os povos da Criméia, que em grande medida são de ascendência russa e tártara, estejam preocupados acerca da tomada de poder governamental por forças nacionalistas e fascistas, as quais dentre os seus primeiros esteve o ataque a minorias e comunistas, abolindo por lei das "línguas regionais" e destruindo monumentos anti-fascistas. No entanto, a retirada da Criméia da Ucrânia e sua assimilação à Rússia não resolverá o problema de mudar a correlação de forças contra as forças fascistas e reaccionárias.

Seria diferente se a Rússia fosse um país socialista e o povo da Criméia houvesse feito a escolha e pedido acesso a uma união socialista juntamente com a Rússia, como ocorreu com o acesso de países à URSS.

A secessão da Criméia e a sua assimilação na Rússia promoverá o fortalecimento da corrente nacionalista, tanto na Ucrânia como na Rússia. Isto enredará milhões de trabalhadores numa confrontação com base na nacionalidade, ocultando as causas reais do conflito, bem como a única solução alternativa, a qual existe para os trabalhadores e é encontrada em outro caminho de desenvolvimento, o socialismo.

Há também o perigo de abrir a "Caixa de Pandora" igualmente em outras regiões, especialmente nos Balcãs, levando outras regiões a serem assimiladas, por exemplo, a assimilação do Kosovo na chamada "Grande Albânia" a qual está ligada às anexações dos territórios dos países vizinhos. De qualquer forma há exemplos a partir do desmembramento da Jugoslávia o qual, em nome da auto-determinação dos povos, abriu o caminho para mudanças de fronteiras.

Os desenvolvimentos verificados confirmam a superioridade do socialismo no tratamento de problemas relacionados. Todas as mudanças administrativas na Criméia, desde a sua declaração como uma república autónoma em 1921, no quadro da URSS, até a sua assimilação administrativa na Ucrânia na década de 1950, verificaram-se suave e pacificamente, porque prevaleciam relações de produção socialistas e consequentemente o critério era os interesses da classe trabalhadora e do povo.

O povo da Criméia, o povo ucraniano, o povo russo tem memórias históricas e experiências positivas dos anos de socialismo, as quais não estão apagadas apesar de mais de 20 anos terem decorrido desde o derrube. O povo da Criméia tem memórias intensas da luta anti-fascista do povo soviético, que fez história no sítio de Sebastopol. O fato de que em várias regiões que procuram união com a Rússia estejam a manifestar-se com, dentre outras coisas, bandeiras vermelhas exprime tal memória ou expectativa, apesar do facto de que uma tal expectativa não se baseia realistamente na realidade de hoje. Porque hoje a Rússia é um país capitalista, o qual está em competição com os outros centros imperialistas e cujo povo também está a sofrer.

A experiência histórica ensina que foi condições do socialismo que os povos e as nacionalidades na URSS viveram fraternalmente e progrediram em paz, ao passo que agora está a ser propagado o desagregador veneno nacionalista. Estes povos, todos os povos, devem hoje seguir este caminho.
               

O original encontra-se em inter.kke.gr/...

Esta declaração encontra-se em http://resistir.info/ .

SANEPAR: UM SALTO PARA A PRIVATIZAÇÃO





Assembleia autoriza Sanepar a lançar R$ 1,4 bi em ações


Sob o regime do “tratoraço”, a Assembleia Legislativa do Paraná aprovou ontem em definitivo o projeto do governo estadual para aumentar o capital social da Sanepar de R$ 2,6 bilhões para R$ 4 bilhões – o que permitirá à estatal lançar R$ 1,4 bilhão em novas ações em bolsa para se capitalizar. Apesar de o resultado final ter dado margem relativamente folgada ao governo (32 votos favoráveis e 15 contrários), o Palácio Iguaçu chegou a temer por um revés na votação. Para garantir maioria, os secretários estaduais Luiz Cláudio Romanelli (Trabalho) e Luiz Eduardo Cheida (Meio Ambiente), que são deputados e estavam licenciados, reocuparam suas vagas na Assembleia para garantir a aprovação. A manobra indicou que o governo não tem plena segurança sobre sua base.


O clima no plenário estava tenso. Antes da votação do projeto, dois vetos do governo estadual foram derrubados – o que foi interpretado como um recado da base ao governador Beto Richa (PSDB). A votação do requerimento que instaurava a comissão geral, manobra regimental para apressar a votação do projeto da Sanepar, foi aprovado por uma margem relativamente apertada: 25 a 17. Entretanto, três deputados que votaram contra o requerimento da comissão geral “mudaram de bancada” na votação do projeto e referendaram a proposta governista: Adelino Ribeiro (PSL), Artagão Júnior (PMDB) e Rasca Rodrigues (PV).
Ao autorizar o governo a vender ações da Sanepar na bolsa os parlamentares serviçais e sabujos permitem que o governo dê mais um passo para privatizar a instituição. Que deputadozinhos sem vergonhas!

OS SOFISMAS DE BOLSANARO



General é convidado a falar da morte de Rubens Paiva na Câmara
 
    


Três comissões da Câmara dos Deputados aprovaram nesta quarta-feira (19) convite para ouvir o general reformado do Exército José Antônio Nogueira Belham sobre as circunstâncias da prisão, tortura, morte e ocultação de cadáver do ex-deputado federal Rubens Paiva.
O general não é obrigado a comparecer ao Congresso. O militar foi chamado a prestar esclarecimentos nas comissões de Constituição e Justiça, Direitos Humanos, e Relações Exteriores.
Considerado um dos parlamentares mais conservadores, Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse que a fala do general não pode ficar restrita a Rubens Paiva. Ele defendeu que Belham trate sobre a presidente Dilma Rousseff e da atuação dos grupos armados que praticavam roubo de armas em quartéis, assalto a bancos e sequestros. "A senhora Dilma Rousseff tem ligação com isso também", provocou. "O apelo que eu faço é para que o general possa falar o que ele bem entender e não fique preso só ao Rubens Paiva", afirmou.
A iniciativa de ouvir o general na Câmara foi da Comissão da Verdade. Após obter novas provas sobre o envolvimento do general a comissão entregou na terça-feira um relatório preliminar sobre o caso ao presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).
Belham chefiou o DOI (Destacamento de Operações de Informações) do Rio entre outubro de 1970 e junho de 71 –Rubens Paiva foi assassinado no local, diz a Comissão da Verdade. O general já foi ouvido uma vez pela comissão, mas argumentou não saber nada sobre o caso por estar em férias no período.
O atual coordenador da comissão, Pedro Dallari, porém, diz que as provas desmentem o depoimento de Belham: a ficha funcional do general mostra que ele obteve diárias de trabalho para exercer missão secreta no período em que Paiva passou pelo DOI.
Fonte: Folha de São Paulo
O fascista Bolsanaro, como sempre, tenta desvirtuar o assunto. Os casos de Dilma, bem como de outros resistentes que combateram a ditadura militar foram exaustivamente verificados, tanto é que Dilma esteve presa, como outros resistentes que morreram na tortura.
 

quarta-feira, 19 de março de 2014

VERDADES SOBRE A UCRÂNIA

     

O golpe esquecido

por John Pilger
Gough Whitlan. O papel de Washington no putsch fascista contra um governo eleito na Ucrânia surpreenderá apenas aqueles que vêem os noticiários e ignoram o registo histórico. Desde 1945, dúzias de governos, muitos deles democracia, tiveram um destino semelhante, habitualmente com banhos de sangue.

A Nicarágua é um dos mais pobres países sobre a Terra, com menos população do que Gales, mas na década de 1980, sob os reformistas sandinistas, ela foi considerada em Washington como uma "ameaça estratégica". A lógica era simples; se o mais fraco escorregar, estabelecendo um exemplo, quem mais tentaria a sua sorte?

O grande jogo da dominância não dá imunidade nem mesmo ao mais leal "aliado" dos EUA. Isto é demonstrado por talvez os menos conhecido dos golpes de Washington – na Austrália. A história deste golpe esquecido é uma lição saudável para aqueles governos que acreditam que uma "Ucrânia" ou um "Chile" não podiam lhes acontecer.

A deferência da Austrália para com os Estados Unidos faz a Grã-Bretanha, em comparação, parecer um traidor. Durante a invasão americana do Vietname – a qual a Austrália implorou para aderir – um responsável em Canberra divulgou uma queixa rara a Washington: que os britânicos sabiam mais acerca dos objetivos estado-unidenses naquela guerra do que os seus camaradas de armas nos antípodas. A resposta foi suave: "Temos de manter os britânicos informados para mantê-los felizes. Vocês estão conosco aconteça o que for".

Esta declaração foi brutalmente posta de lado em 1972 com a eleição do governo trabalhista de Gough Whitlam. "Embora não considerado como de esquerda, Whitlam – agora com 98 anos – era um social-democrata independente, orgulhoso, proprietário e de extraordinária imaginação política. Ele acreditava que uma potência estrangeira não deveria controlar os recursos do seu país e ditar a sua política económica e externa. Ele propôs "recuperar o controle" e falar com uma voz independente a Londres e Washington.

No dia seguinte à sua eleição, Whitlam ordenou que a sua equipe não deveria ser "verificada ou perturbada" pela organização de segurança da australiana, ASIO – então, como agora, devedora de favores à inteligência anglo-americana. Quando seus ministros condenaram publicamente a administração Nixon/Kissinger como "corrupta e bárbara", Frank Snepp, um oficial da CIA naquele tempo estacionado em Saigon, disse posteriormente: "Disseram-nos que os australianos podiam muito bem ser encarados como colaboradores dos norte vietnamitas".

Whitlam quiz saber se e porque a CIA estava a dirigir uma base de espionagem em Pine Gap, próximo de Alice Springs, ostensivamente uma instalação conjunta australiana/americana. Pine Gap é um aspirador de pós gigante o qual, como revelou recentemente o denunciante Edward Snowden, permite aos EUA espiar sobre tudo. Na década de 1979, a maior parte dos australianos não fazia ideia de que este enclave estrangeiro secreto colocava seu país na linha de frente de uma potencial guerra nuclear com a União Soviética. Whitlam sabia claramente o risco pessoal que estava a assumir – como demonstram as minutas de uma reunião com o embaixador dos EUA. "Tente apertar-nos ou fazer-nos saltar", advertiu ele, "[e Pine Gap] tornar-se-á um pomo de discórdia".

Victor Marchetti, o oficial a CIA havia ajudado a montar Pine Gap, contou-me depois: "Esta ameaça de fechar Pine Gap provocou apoplexia na Casa Branca. As consequências eram inevitáveis ... uma espécie de Chile foi posto em movimento".

A CIA havia acabado de ajudar o general Pinochet a esmagar o governo democrático de outro reformador, Salvador Allende, no Chile.

Em 1974, a Casa Branca enviou Marshall Green para Canberra como embaixador. Green era um arrogante, uma figura muito experiente e sinistra no Departamento de Estado que trabalhava nas sombras do "estado profundo" ("deep state") da América. Conhecido como o "mestre do golpe", ele havia desempenhado um papel central no golpe de 1965 contra o presidente Sukarno na Indonésia – o qual custou um milhão de vidas. Um dos seus primeiros discursos na Austrália foi ao Australian Institute of Directors – descrito por um membro alarmado da audiência como "um incitamento aos líderes de negócios do país a levantarem-se contra o governo".

As mensagens top-secret de Pine Gap eram descodificadas na Califórnia por um empreiteiro da CIA, a TRW. Um dos descodificadores era o jovem Christopher Boyce, um idealista que, perturbado pelo "engano e traição de um aliado", se tornou um denunciante. Boyce revelou que a CIA havia-se infiltrado na elite política e sindical australiana e referia-se ao governador geral da Austrália, sir John Kerr, como "o nosso homem Kerr".

John Kerr. Com a sua cartola negra e fato coberto de medalhas, Kerr era a corporificação do império. Ele era o vice-rei australiano da Rainha da Inglaterra num país que ainda a reconhece como chefe de estado. Seus deveres eram cerimoniais, mas Whitlam estava inconsciente, ou preferiu ignorar, os antigos laços de Kerr com a inteligência anglo-americana.

O governador-geral era um membro entusiasta da Australian Association for Cultural Freedom, descrita por Jonathan Kwitny do Wall Street Journal, no seu livro, The Crimes of Patriots, como uma elite, um grupo em que se entra só por convite ... revelado no Congresso como sendo fundado, financiado e geralmente dirigido pela CIA". A CIA "pagava a viagem de Kerr, construía seu prestígio ... Kerr continuava a ir à CIA por dinheiro".

Em 1975, Whitlam descobriu que o MI6 britânico desde há muito estava a operar contra o seu governo. "Os britânicos estavam realmente a descodificar mensagens secretas vindas ao meu gabinete de negócios estrangeiros", disse ele posteriormente. Um dos seus ministros, Clyde Cameron, contou-me: "Sabíamos que o MI6 plantava microfones na reuniões do gabinete para os americanos". Em entrevistas na década de 1980 com o jornalista americano de investigação Joseph Trento, responsáveis executivos da CIA revelaram que o "problema Whitlam" fora discutido "com urgência" pelo diretor da CIA, William Colby, e o chefe do MI6, sir Maurice Oldfield, que foram feitos "arranjos". Um vice-diretor a CIA disse a Trento: "Kerr fez o que lhe disseram para fazer".

Em 1975, Whitlam soube de uma lista secreta de pessoal da CIA na Austrália mantida pelo chefe do Australian Defence Department, sir Arthur Tange – um mandarim profundamente conservador com um poder territorial sem precedentes em Canberra. Whitlam pediu para ver a lista. Sobre ela esta o nome, Richard Stallings que, sob cobertura, havia montado Pine Gap como uma instalação provocadora da CIA. Whitlam agora tinha a prova de que estava à procura.

Em 10 de Novembro de 1975, foi-lhe mostrada uma mensagem telex top secret enviada pelo ASIO em Washington. Esta provinha de Theodore Shackley, chefe da Divisão da Ásia Oriental da CIA e uma das mais infames figuras desovadas pela Agência. Shackley fora chefe da operação da CIA com base em Miami para assassinar Fidel Castro e chefe de estação no Laos e no Vietname. Ele havia recentemente trabalhado no "problema Allende".

A mensagem de Shackley foi lida a Whitlam. Incrivelmente, ela dizia que o primeiro-ministro da Austrália era um risco de segurança no seu próprio país.

No dia anterior Kerr havia visitado a sede do Defence Signalas Directorate, o NSA da Austrália cujos laços com Washington eram, e permanecem, estreitos. Ele foi informado sobre a "crise de segurança". Ele pediu então uma linha segura e passou 20 minutos a conversar em voz baixa.

Em 11 de Novembro – o dia que Whitlam devia informar o Parlamento acerca da presença secreta da CIA na Austrália – foi convocado por Kerr. Invocando a arcaica "reserva de poderes" do vice-rei, Kerr demitiu o primeiro-ministro democraticamente eleito. O problema estava resolvido.
17/Março/2014
O original encontra-se em http://www.counterpunch.org/2014/03/17/the-forgotten-coup/

Este artigo encontra-se em http://resistir.info/ .

terça-feira, 18 de março de 2014

DEFESA DA LIBERDADE, DA DEMOCRACIA E DA DIGNIDADE



Companheiros e companheiras os nazifascistas, as vivandeiras e saudosistas do golpe militar de 64 estão programando uma manifestação para dia 22, sábado. Não podemos permitir mais atrasos! Vou defender minha liberdade, contra o golpe, contra a volta do terror, contra a tortura, se preciso de trabuco nas mãos. VAMOS TODOS PRA RUA ESCORRAÇAR ESSA CANALHA DE GOLPITAS!  ESSES FASCISTAS TERÃO QUE PASSAR POR CIMA DO MEU CADÁVER. NÃO PASSARÃO!

O PREÇO DA PASSAGEM DE ÔNIBUS, A JUSTIÇA E OS EMPRESÁRIOS

Fruet garante que ônibus não sobe, mas depende da Justiça
Fonte: Gazeta do Povo(18/03/14)

Será uma traição contra a população de Curitiba e Região Metropolitana se a justiça der ganho de causa aos empresários dos transportes. Somos da opinião de que a justiça não deve ser serviçal dos poderosos; senão  estará comprometendo seus princípios éticos. Querer que os usuários paguem o imposto de renda das empresas de transportes é uma canalhice muito grande. O prefeito cumpriu sua parte; cumpre a justiça fazer justiça em defesa dos usuários dos transportes.