domingo, 24 de maio de 2015

POR QUE A REDE GLOBO NÃO GRITA?

A corrupção que a mídia tenta esconder

Por Wevergton Brito Lima, no site Vermelho:
O Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz) divulgou, através do "sonegômetro", estimativa segundo a qual nesta quinta-feira (21), o Brasil alcançou, em apenas cinco meses de 2015, a marca de R$ 200 bilhões de impostos sonegados. O cálculo é feito baseado em projeções da sonegação de vários tributos, como Imposto de Renda e ICMS. No ano passado, o valor sonegado atingiu a marca de R$ 502 bilhões. Ou seja, em menos de um ano e meio, mais de R$ 700 bilhões de sonegação.
Este valor poderia pagar todo o orçamento do programa “Minha Casa, Minha Vida” durante 37 anos, e representa 10 vezes o que o governo quer economizar com as medidas do ajuste fiscal.
Os sonegadores, que roubam dinheiro público, não são proletários, já que o trabalhador, via de regra, é descontado “na fonte”. Quem sonega são os grandes empresários e banqueiros, inclusive donos de meios de comunicação.
Isso explica o silêncio dos jornalões sobre o assunto. A gigantesca cifra saiu apenas em matérias internas ou em sites, sem as manchetes espalhafatosas que são estampadas quando escândalos – muitas vezes fabricados e com cifras bem menores - têm como protagonistas personagens políticos que a mídia tem interesse em destruir.
No mesmo dia em que o número recorde de sonegação foi divulgado, o jornal Folha de S. Paulo, através de um dos seus colunistas, atacou uma das operações em curso para investigar este bilionário crime do andar de cima, a Operação Zelotes.
A resposta do deputado Paulo Pimenta (PT-MG) foi didática: “A mídia faz diversas tentativas para desqualificar tanto a Zelotes quanto o episódio das contas secretas do HSBC na Suíça, conhecido como escândalo Swissleaks (...) O que se sabe é que nesses dois escândalos bilionários de sonegação há empresas de mídia e nomes ligados a grupos de comunicação envolvidos. Como a imprensa não controla esses episódios, ela busca estratégias para retirar a autoridade do trabalho investigativo da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, ou daqueles que buscam dar visibilidade à Operação Zelotes”.
Mída empresarial teme investigação
No escândalo Swissleaks já se sabe que Luiz Frias, presidente do jornal Folha de S. Paulo está envolvido, além de ao menos mais 21 empresários do ramo jornalístico, seus parentes e 7 jornalistas. Frias e outros proprietários do grupo Folha estão na relação dos que mantinham contas na agência do HSBC em Genebra, na Suíça, em companhia de gente como a família Saad – proprietária da Band e a falecida Lily Marinho, viúva de Roberto Marinho, o antigo proprietário do Sistema Globo.
Nesta sexta-feira (22) o empresário Wagner Canhedo Filho foi preso. Ele era um dos alvos da operação que investiga um esquema de fraude fiscal superior a R$ 875 milhões. Os gestores do Grupo Canhedo são suspeitos de usar empresas de fachada para ocultar faturamento de empresas e, com isso, não pagar multas e débitos tributários. Este é, porém, um recurso comum neste tipo de crime. O sistema Globo fez o mesmo para fraudar o fisco na compra dos direitos da Copa do Mundo de 2002, inventando uma empresa falsa em um paraíso fiscal e causando um prejuízo de mais de 1 bilhão de reais aos cofres públicos. Até agora, estranhamente, não se tem notícia sobre um possível pedido de prisão dos proprietários do Sistema Globo.
Como se vê são muitos e poderosos os motivos que unem a mídia, os banqueiros e grande empresários, na tentativa de abafar ou ao menos secundarizar o crime de fraude fiscal.
A mídia repete mais uma vez a velha história do perigoso assaltante que vive gritando “pega ladrão”.
A Rede Globo, bem como toda a restante mídia falada, escrita e televisada, calam porque são useiros e vezeiros nas práticas de sonegação; juntamente com o sistema financeiros. Que tal uma OPERAÇÃO LAVA JATO II para apurar, cobrar e prender os sonegadores?

EUA: UM COVIL DE ASSASSINOS

EUA protegem em seu território o assassino do monsenhor Óscar Romero

Álvaro Saravia, ex-capitão da Força Aérea e assassino confesso de Dom Óscar Romero, ainda estaria vivo e morando nos EUA.
 
 
 

Adital
Neste sabado (dia 23 de maio), a Igreja Católica beatificará o monsenhor Óscar Arnulfo Romero, sacerdote salvadorenho assassinado em 1980 por Álvaro Saravia, franco-atirador e capitão da Força Aérea. A Junta Militar salvadorenha deu a ordem para liquidar Romero por suas denúncias abertas contra a repressão oficial. Trinta e cinco anos depois, a justiça segue sem punir os autores materiais e intelectuais deste crime.

No ano passado, em "Caribe Nuestro” [Nosso Caribe] conversamos com o sacerdote jesuíta Bruno Renaud sobre a vida e o legado de monsenhor Arnulfo Romero. Continuando repomos a nota na qual Renaud relata que o assassino de Romero está em território estadunidense protegido pelas autoridades deste país.
Sacerdote Bruno Renaud denuncia que Estados Unidos protegem assassino do monsenhor Romero.

sábado, 23 de maio de 2015

DESMASCARADA MIDIA MAFIOSA E MENTIROSA

Ministro 'executado' pela mídia aparece na TV da Coreia do Norte


Jornal Água Verde



hyon

Confraria mundial dos idiotas repetiu "notícia" da "execução por bateria antiaérea do ministro da Defesa por cochilar numa reunião". Rindo bastante, o general apareceu na TV no dia seguinte
Milagrosamente ressuscitado um dia após ter sua "execução com bateria antiaérea por ter cochilado em uma reunião" anunciada pela espionagem sul-coreana a serviço da CIA, o que foi estridentemente repetido pela mídia imperial e seus capachos de plantão, o ministro da Defesa da Coreia Popular, Hyon Yong Schol, foi mostrado na tevê do norte na quinta-feira, em companhia do líder da RPDC, Kim Jong Un. Uma das imagens inclusive mostra Kim Jong Un e seu ministro às gargalhadas, em companhia de outros chefes militares que também não conseguem conter o riso, provavelmente após tomarem conhecimento da ridícula e fantasiosa pantomina e da resultante desmoralização dos fantoches de Seul e de seus amos.
De acordo com o serviço de espionagem sul-coreano, o ministro Yong Schol havia sido "executado" por volta de 30 de abril, diante de "centenas de oficiais", o que foi relatado ao parlamento sul-coreano e repetido exaustivamente por todo tipo de imbecil para o qual o que a CIA inventa é lei. Sites sul-coreanos chegaram até mesmo a reproduzirem foto do "local da execução", o centro de tiro da "Academia Militar Kang Kong" de Pyongyang, e com setas identificando as "baterias antiaéreas" e o local do "alvo".
Ao que parece, com a inestimável colaboração dos manés de plantão nos mafuás a serviço do Império, e sua infinita capacidade de assinarem embaixo de qualquer coisa que a Casa Branca abane, a pequena RPDC logrou um avanço fantástico, nada menos que a tecnologia da ressusci-tação em massa.
No ano passado, uma cantora e sua banda, que haviam sido "metralhados e destro-çados" a mando de Kim Jong Un "por pornografia e leitura da Bíblia (sic)" em agosto de 2013, milagrosamente reapare-ceram vivos não em um, mas em dois concertos, no 68º aniversário da fundação do Partido do Trabalho, e no encerramento do X Congresso dos Artistas da RPDC. O que levou na época uma pessoa que assistiu aos concertos a comentar, debochadamente, que "para quem foi 'fuzilada', Hyon [Song Wol] parece ótima". Para tentar colar no líder coreano a imagem de carniceiro, os fabricadores de histórias asseveraram que a cantora era "ex-noiva" dele.

BACHELET COM OS INIMIGOS NA TRINCHEIRA



Carabineros de Bachelet son los mismos de Pinochet

 repre
Veinte personas heridas, cuatro de consideración, dos graves y uno de extrema gravedad es el saldo de la fuerte represión policial desatada contra los manifestantes este jueves en Valparaíso. Desde las organizaciones sociales se apuntan las responsabilidades en el nuevo ministro del Interior, el DC Jorge Burgos.
La persona que está en extrema gravedad es Rodrigo Avilés Bravo, de 28 años, que ingresó hacia el mediodía al Hospital Carlos van Buren del puerto. Es estudiante de la Universidad Católica de Valparaíso y sufrió un TEC grave con una herida contusa y un hematoma subdural, que se traduce en una lesión intracerebral, informaron.
Según explicó el director del Hospital, Patricio Castro, el joven fue ingresado a la UCI en extrema gravedad para luego ser trasladado a pabellón, en donde se le instalará un captor para medir la presión intracraneal, con lo que se realizará un seguimiento a la evolución y posteriormente analizar si es necesario realizar una cirugía descompresiva, informó Radio Bío Bío.
De acuerdo a información preliminar, los hechos se habrían desencadenado en el marco de las manifestaciones por la cuenta pública en Valparaíso, episodio que de acuerdo a usuarios de redes sociales, se provocó luego que el joven recibiera el chorro de un carro lanza aguas, cayendo al pavimento e impactando su cabeza contra el suelo, no obstante, desde Carabineros el jefe de la Quinta zona policial, general Julio Pineda, señaló que los uniformados no tendrían responsabilidad en el hecho ocurrido.
A partir de los sucedido, alumnos agrupados en la Unión Nacional Estudiantil (UNE) anunciaron la presentación de una querella en contra de quienes resulten responsables.
El Ciudadano

DELAÇÃO PREMIADA COM FUZILAMENTO

O nosso judiciário criou o sofisma, o prêmio aos canalhas que desviam bilhões de reais que poderiam ser aplicados na saúde estropiada, com a tal delação premiada, leia-se premio aos ladrões. QUE TAL ESSES SACANAS SEJAM BENEFICIADOS POR UM FUZILAMENTO PREMIADO! Não acham uma boa medida? Alguém se candidata a defender esses ratazanas?

AFRICA: A DIFICIL LUTA CONTRA O IMPERIALISMO

Moçambique reforça relações*

Carlos Lopes Pereira

23.Mai.15 ::

Dentro de poucas semanas Moçambique comemora o 40.º aniversário da independência. Uma simbólica Chama da Unidade percorre aldeias, vilas e cidades, de Norte para Sul, enaltecendo os valores da paz, do patriotismo e da unidade moçambicana. Valores que o imperialismo e os seus aliados locais continuam a não deixar prosperar em África.


Em vésperas de festejar 40 anos de independência nacional, Moçambique intensifica as relações regionais e continentais.
O presidente Filipe Nyusi esteve três dias na Tanzânia, vizinha a Norte e aliada da Frelimo nos anos 60 e 70, durante a luta emancipalista contra o colonialismo.
Nessa visita, a convite do homólogo tanzaniano, Jakaya Kikwete, o dirigente moçambicano assistiu a um fórum económico em Dar-es-Salam, discursou perante o parlamento na capital política, Dodoma, e deslocou-se à ilha de Zanzibar.
Para além do reforço da cooperação económica entre os dois países, Nyusi explicou aos governantes tanzanianos a situação em Moçambique, no quadro do novo ciclo saído das eleições de Outubro de 2014. E, segundo o jornal Notícias, de Maputo, assegurou durante um encontro com diplomatas africanos em Dar-es-Salam que «Moçambique está calmo e estável».
Nyusi e a Frelimo venceram as eleições, consideradas pela comunidade internacional «justas e transparentes», e, hoje, as instituições, incluindo o parlamento, funcionam normalmente. Mas Afonso Dhlakama, líder da Renamo, a segunda força política, exige «autonomia» para as províncias onde conquistou mais votos, questão delicada que o governo moçambicano tem procurado gerir «com o esforço centrado no diálogo».
A necessidade de preservação da paz e de consolidação da unidade nacional para prosseguir o desenvolvimento – prevê-se em 2015 um crescimento de 7,5 por cento do PIB, em linha com os números da última década – tem sido um dos temas permanentes do discurso do presidente moçambicano.
Dentro de poucas semanas, a 25 de Junho, Moçambique comemora o 40.º aniversário da independência. Desde já, uma simbólica Chama da Unidade percorre aldeias, vilas e cidades, de Norte para Sul, enaltecendo os valores da paz, do patriotismo e da unidade moçambicana.
Regressado da Tanzânia, Nyusi recebe esta semana o presidente Jacob Zuma, da África do Sul, outro vizinho e aliado de Moçambique. A visita «enquadra-se no contexto do fortalecimento e aprofundamento das relações de irmandade, amizade e cooperação» entre os dois países, bem como «no reforço da cooperação bilateral, nos domínios político, económico e social de interesse mútuo» e no âmbito regional da SADC (Comunidade de Desenvolvimento da África Austral).
Da agenda das conversações entre os presidentes Nyusi e Zuma e delegações fará parte decerto a questão da emigração de trabalhadores moçambicanos para as minas sul-africanas. Recentemente, uma onda de violência xenófoba nas zonas de Durban e Joanesburgo forçou milhares de africanos a abandonar a África do Sul e a regressar aos seus países. Entre esses imigrantes maltratados contavam-se cidadãos do Malawi, do Zimbabwe e de Moçambique. 
Obasanjo em Maputo 
No âmbito desta multifacetada actividade político-diplomática promovida pelos governantes moçambicanos, passou há dias por Maputo o general Olusegun Obasanjo. Antigo presidente da Nigéria, é uma figura respeitada em África, um «sábio», muitas vezes chamado pela União Africana para encabeçar observadores em eleições ou intermediar conflitos entre países ou facções.
Obasanjo foi portador de um convite ao presidente Nyusi para assistir à cerimónia de posse do novo presidente da Nigéria, Muhammadu Buhari, prevista para 29 de Maio, em Abuja. Em declarações à imprensa, considerou «aberrações» e «passageiros» os conflitos em África provocados pela não aceitação de resultados eleitorais, já que tais conflitos não representam, antes contrariam, a vontade de paz dos povos.
«Tivemos eleições aqui [em Moçambique] e decorreram bem, seguiram as normas legais. Tivemos eleições em 15 outros países da África, acabo de estar como observador no Sudão, houve eleições também no Togo. Mesmo que haja uma situação anómala, que não se utilize um único caso para julgar a África. Prefiro ver isso como uma aberração, que passará. Tais conflitos já não têm lugar em África», defendeu Obasanjo.
O velho general não se referiu explicitamente à situação no Burundi, o mais recente destes conflitos pré ou pós-eleitorais. Depois de semanas de manifestações populares contra a recandidatura de Pierre Nkurunziza a um terceiro mandato presidencial, registou-se uma tentativa de golpe de estado militar.
Aproveitando a ausência do presidente em Dar-es-Salam, aonde assistia precisamente a uma cimeira sobre a situação no seu país, alguns generais tentaram derrubá-lo. Houve combates entre golpistas e tropas leais ao governo, com a vitória dos apoiantes de Nkurunziza e a fuga ou prisão dos revoltosos.
Após o golpe falhado, o presidente remodelou o governo, as manifestações anti-Nkurunziza regressaram às ruas dos bairros da periferia de Bujumbura e vários dirigentes africanos pediram o adiamento das eleições.
*Este artigo foi publicado no “Avante!” nº 2164, 21.05.2015

FOTO DE UM ASSASSINO PROTEGIDO PELOS EUA

                                    MERCENARIOS DEL IMPERIO

                                                    
                                                          JAMIL MAHUAD

EXPRESIDENTE ECUATORIANO, RECLAMADO POR MUERTE DE DECENAS DE PERSONAS, EXILIADO EN EEUU
Fonte: contraimnjerencia