domingo, 15 de junho de 2014

GLOBALIZAÇÃO DA POBREZA E A “NOVA ORDEM MUNDIAL”



Todas a funestas consequências que fazem parte da nossa vida contemporânea ( a violência, a corrupção, o armamentismo e a guerra, a pobreza, a acumulação da riqueza privada, as catástrofes econômicas, os saques da natureza) constituem uma tremenda ata de acusação contra a globalização e a ameaça de uma “nova ordem mundial” arquitetada pelo Clube Bilderberg, sob a jurisdição dos “direitos permanentes” que tem sido anulados pelos grandes bancos e os conglomerados multinacionais.
Esses sanguessugas agem através das instituições financeiras intenacionais predominantes, especialmente o FMI e o Banco Mundial, os quais tem obrigado o Terceiro Mundo e, desde 1989, o Leste da Europa a facilitar essas mudanças. As consequências da nova ordem financeira que se alimenta da pobreza e da destruição do meio ambiente, são o apartheid social, a instigação do racismo, as contradições étnicas e o afrouxamento dos direitos das mulheres. A causa de tudo o que está ocorrendo no mundo de hoje,  demonstrada, convincentemente, é a globalização da pobreza.
Desde o término da guerra fria, a humanidade está passando por uma crise econômica e social de uma gravidade sem precedentes, que está levando grandes setores da população mundial à um rápido empobrecimento. Uma após outra, as economias nacionais entram em colapso e o desemprego aumenta.
Fomes intensa e miséria prevalecem na África Subsahariana, no sul da Ásia e em algumas partes da América Latina. Esta “globalização da pobreza”, que em grande parte tem revertido os ganhos da descolonização, se iniciou no terceiro mundo ao mesmo tempo  que a crise da  dívida nos princípios dos anos oitenta e a imposição das letais reformas econômicas do FMI; o Famigerado Monstro Internacional. Indiscutivelmente, a Nova Ordem Mundial se alimenta da pobreza e da destruição do meio ambiente. Gera o apartheid social, estimula o racismo e as lutas étnicas, solapa os direitos da mulheres e, com frequência, lança os países ( caso da Venezuela, da Bolívia, da Ucrânia e da Síria) em confrontos destrutivos entre irmãos.
Esta crise de extensão mundial é mais devastadora que a grande depressão dos anos 30 do século passado.  Tem implicações geográficas de longo alcance: a quebradeira econômica tem sido a causa do surgimento de guerras regionais, a fratura de sociedades nacionais e, em alguns casos, a destruição de países inteiros. É sem dúvida, a crise econômica mais grave da história moderna , onde a Europa ( a Alemanha, a Espanha, a França, a Itália e a Grécia) tem sido a mais atingida e que está causando a pobreza gerada pela globalização e a “ Nova Ordem Mundial”

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