sábado, 6 de dezembro de 2014

O QUE QUEREM OS FASCISTAS GOLPISTAS...


O Brasil a caminho da guerra civil

Como um câncer que corrói lentamente um corpo são, a guerra civil começa a ser construída no Brasil de forma sutil e disfarçada.

A história se repete, como tragédia, quando relembram a velha frase usada por lacerdistas para derrubar o governo de Getúlio Vargas: “Se ganhar, não toma posse. Se tomar posse, não governa!” Apesar de que os escândalos atuais de corrupção envolvem todos os partidos políticos, e não apenas este ou aquele partido. A corrupção não é de hoje: é uma praga na vida nacional recorrente desde o tempo do Império.

Assim como tentaram usar o “mensalão” para derrubar o governo Lula, hoje tentam usar o escândalo da Petrobras para derrubar o governo Dilma, com um agravante: os golpistas estão ficando cada vez mais violentos em seus ataques através da mídia canalha, instrumento maior no envenenamento da sociedade brasileira ao destilar ódios e pavimentar a estrada para a guerra civil.

Ao tentar legitimar o golpismo em nosso país, os principais órgãos de imprensa agem de forma mercenária e irresponsável, como verdadeiros traidores da Pátria, a serviço de interesse estrangeiros criminosos, expoliadores das riquezas nacionais e do futuro deste país.

Por trás de toda essa patifaria, onde os políticos se movem como peças de um tabuleiro de xadrez maquiavélico, está o futuro do Pré-sal e a participação do Brasil no BRICs – o resto são detalhes.

O BRICs trabalha para criar uma nova ordem econômica monetária e financeira internacional, onde os países deixarão de ser meras colônias dos Estados Unidos da América, o único país que continua fabricando dinheiro, ou emitindo dólar físico, por meio do mecanismo criado pelo Federal Reserve, o Banco Central norte-americano, chamado QE – Quantitative Easing. A emissão de moedas norte-americanas já superou o limite suportável, mas continua desafiando o sistema financeiro mundial, para financiar as 1.100 bases militares (entre quartéis e escritórios) em todo o mundo.

São justamente os políticos mais traidores da Pátria (aqueles que venderam a Vale do Rio Doce e tentaram vender a Petrobras e a Itaipu) os maiores apoiadores da ideia de impeachment da presidenta Dilma. São justamente os veículos de imprensa que mais mamaram em verbas públicas nos últimos anos aqueles que defendem a ruptura da ordem pública e social, esquecendo que podem ganhar fortunas, mas que também podem ter suas sedes incendiadas pela população, como aconteceu com os jornais que combatiam Getúlio Vargas no Rio de Janeiro.

Ao difundir o ódio entre os brasileiros, os golpistas procuram dividir a população, entre sulistas e nordestinos, pobres e ricos, classe média e detentores do bolsa família. Uma nação dividida é uma nação fraca, presa fácil para as potências que hoje fazem guerras e financiam o terrorismo em diversas partes do mundo.

O Brasil colônia dos Estados Unidos das América interessa aos golpistas que temem os avanços sociais em nosso país. Não aceitam distribuição de rendas como forma de promover justiça social. Não aceitam – tremem de medo – do controle social da imprensa (o que vem sendo feito na Inglaterra, Uruguai, Venezuela e muitos outros países) porque perderão seu maior instrumento de manipulação.

O Brasil caminha, sim, a cada dia, para uma guerra civil. São os confrontos e conflitos no Congresso Nacional e as campanhas histéricas da imprensa nativa os motores dessa tragédia verde-amarela.

A maioria do povo brasileiro que elegeu pelo voto a sua presidenta, para garantir as conquistas e avanços sociais, não permitirá o golpismo das elites antinacionais. Recorrerá às armas porque não terá outra meio de defender seus direitos.

Uma nação conflagrada, ensanguentada, é tudo que desejam as potências estrangeiras que aspiram roubar nossas riquezas naturais, dividir o país, desmembrar a Amazônia, entre outros planos inconfessáveis que não aparecem na mídia golpista.

Abel Kaheler

Movimento Democracia Direta - PR

Sem comentários:

Enviar um comentário